NOTÍCIAS FROM SUMPAULO


Olá a todos! Estou agora numa lan house em Sampa, matando um pouco a saudade dos amigos. Estou dando uma rápida passada em todos os blogs, mas não deixando comentários devido ao tempo curtíssimo. Estou num intervalo de hospital. Não se preocupem, nada de grave comigo, embora tenha levado um grande susto com a minha mãe.

Cheguei domingo à noite e, pela madrugada, precisamos interná-la no hospital, onde foi levada diretamente para a UTI. A suspeita era de um enfarto, mas felizmente, foi um alarme falso. Em todo caso, ontem ela fez um cateterismo que revelou algumas lesões muito pequenas, que podem ser tratadas com medicamentos. Hoje já foi transferida para um apartamento e amanhã ou depois de amanhã já deverá ter alta, podendo voltar para casa. O susto foi grande!

Meu irmão e um dos meus sobrinhos vieram ontem e passaram o dia conosco, tomando as providências, acompanhando o caso e orando para que tudo corresse bem. Agora estamos eu e meu padrasto que irá passar a noite com ela. Eu saí de lá agora e estou a caminho de casa para descansar um pouco e voltar amanhã cedo. Talvez para levá-la para casa; espero.

Hoje é aniversário de um querido amigo, o Luiz Fernando. Eu gostaria de poder estar com ele e abraçá-lo, mas devido os acontecimentos, isso não será possível. Enviei um e-mail cumprimentando-o e, em casa, vou telefonar pra bater um papo. Deixo registrada essa data tão importante, pois ele é um dos meus melhores amigos e eu o quero muito bem.

Na quinta devo voltar a São Lourenço, pois o final de semana terá um feriado prolongado e esperamos ter um movimento bom de turistas na cidade. Após o feriado volta para ficar mais alguns dias com meus pais.

Como vêem, nem sempre as coisas correm como desejamos, mas sempre encontramos soluções. Desta vez, eu vim para várias coisas, entre rever meus pais e alguns amigos, fazer algumas compras para a Alémdoarcoíris e para a decoração de Natal da Galeria. A doença súbita da minha mãe provocou uma reviravolta em todos os planos. A Patrícia ficou sòzinha com as compras de Natal, não ví meus amigos, nem verei hoje o Luiz Fernando. Por outro lado, estive muito mais ligado aos meus familiares. Nesses momentos de grandes emoções, a gente parece se unir um pouco mais. E a energia que flui entre os envolvidos é enorme e muito boa. Parece até que todos os duendes e as fadas que habitam além do arco íris se uniram para nos dar um pouco de seus fluídos. E os anjos nos trouxeram paz e serenidade para cuidar, decidir, providenciar o que fosse necessário. 



 Zeca07 - 19h04
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OLÁ, AMIGOS!


Inicio este breve post pedindo a compreensão e as desculpas a todos os amigos, por não estar dispensando a atenção merecida (e desejada por mim!). Estes têm sido dias extremamente corridos, com muito trabalho, mas estou feliz e realizando velhos sonhos. Ainda não conseguí atualizar toda a papelada para o início da Alémdoarcoíris, mas os meus clientes têm insistido na necessidade de novas mercadorias e apresentação de novidades. Então, resolvemos fechar novamente a loja para balanço, redecoração e, finalmente, reabertura hoje à tarde!

Não será ainda a abertura da Alémdoarcoíris. Será apenas uma reabertura da antiga Trilha Guaianá, repleta de novidades e coisas belíssimas. Ontem, com a loja fechada, acabamos realizando algumas vendas, pois as pessoas pedem para entrar e ver alguma coisa. Isso é extremamente gratificante para mim, pois mostra o sucesso que está coroando todo o sacrifício que tenho feito nestes últimos três meses. E a "pré-venda" de mercadorias novas mostra o resultado do meu gosto como comprador.

Quando toda a papelada estiver liberada, os novos talonários de notas fiscais impressos, simplesmente trocaremos os nomes. Sai Trilha Guaianá e entra Alémdoarcoíris. Estamos preparando uma campanha que entrará no ar já na próxima semana, falando sobre isso. E os brindes que distribuiremos já estão prontos e todos com a nova marca. Tenho certeza de que tudo correrá a contento e só tenho motivos para me regozijar.

Por tudo isso não tenho tido tempo nem ao menos de ler os blogs amigos. Que dirá preparar alguma coisa interessante para que os meus amigos leiam.

Mas logo logo estarei de volta, com energias redobradas e um sorriso de felicidade estampado no rosto.

Um grande abraço a todos.

 Zeca07 - 09h45
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Tenho recebido alguns e-mails ainda comentando a respeito de Axel e sua história. Assim, resolví deixar mais uma página, contando o que, ou como ele resolveu o “problema” da gravidez da garota.


A HISTÓRIA DE AXEL V


Embalado por essas masturbações mentais, Axel acabou adoecendo. Quase precisou ser internado devido a uma pneumonia. Enquanto era cuidado pelos familiares, o problema permanecia do lado de fora do abrigo do seu lar. Mas quando teve alta e pode voltar ao colégio, lá estava a menina querendo conversar com ele! Na verdade, o pai dela queria conversar com ele! Que medo! Como encarar o pai da menina? O que dizer a ele?

O pai dela era pastor de uma igreja evangélica e recebeu nosso amigo amigavelmente. E antes que Axel parasse de tremer, ele foi falando suavemente:
- Olhe, minha filha é maior de idade, você é um garoto e ela me garantiu que nem pensa na possibilidade de casar-se com você. Ela não quer isso. Por outro lado, nossa família é muito religiosa, eu sou pastor em minha igreja e nem nos passa pela cabeça a possibilidade de um aborto. Então, para resolver de vez por todas esse problema, eu tenho uma proposta a lhe fazer.
- Pois não, senhor! Pode dizer, por favor!
- Você se afasta da minha filha, esquece completamente o que aconteceu e nunca mais nos procura. Ela vai ter essa criança que eu e minha mulher vamos criar como nosso filho. Ela viverá como irmã e você some da nossa vida. Nunca mais nos procure e nem venha um dia com essa história de que é o pai da criança. Combinado?
Totalmente aliviado daquele peso que o fizera adoecer de preocupação, sem nem ao menos parar para pensar, nosso amigo respondeu imediatamente:
- Claro, senhor! Combinado! Nunca mais passo nem mesmo por esta rua! Posso ir agora?
Autorizado a retirar-se, Axel nem ao menos pediu para despedir-se da garota. Imagine! Queria mais era sair logo dalí, deixar aquela embrulhada toda para trás. E foi o que fez.

Meses depois, soube por amigos, que a garota havia dado à luz um menino, cujo nome era Roberto. E só.

O tempo passou, chegou a época de servir a pátria e o pai de Axel fez tudo o que foi possível para livrá-lo do(a) fardo(a). Até que um capitão sugeriu que Axel se alistasse numa cidade do Vale do Paraíba, onde ele tinha conhecimentos e conseguiria tirá-lo no excesso de contingente.

Mas nosso simpático amigo, no primeiro dia no quartel já estava fazendo amizades e, com quem? Com um capitão e um tenente. Embora ele não soubesse disso. Afinal, lá dentro, todos usavam roupas parecidas e ele não estava habituado a conviver com militares. Eram homens jovens, pouco mais velhos que Axel, mas que se encantavam com sua simpatia e sua conversa fluente. No dia em que seriam anunciados os excedentes, Axel estava na fila com todos os outros rapazes, quando seu nome foi chamado. Entrou na sala do capitão e, qual não foi a sua surpresa quando viu que o capitão era o mesmo com quem andara conversando naqueles dias? Com ele estava outro oficial, aquele que era amigo do pai de Axel. O capitão da companhia tinha um papel nas mãos; olhou bem para Axel e disse:
- Neste papel está a sua dispensa por excesso de contingente. Mas eu não quero que você vá. Por mim você fica e cabe apenas a você decidir, se fica ou se vai.
Axel, olhava espantado de um para o outro e, como ainda estavam em plena ditadura, com tudo o que andara acontecendo, meio assustado, achou que era melhor ficar, pois tinha medo de alguma maldade por parte dos militares. Então, disse claramente:
- Por mim, eu fico!
O outro capitão ficou roxo de raiva! Afinal, havia sido pago para livrar Axel do exército e agora o próprio garoto estava escolhendo ficar! Levantou-se puto da vida, despediu-se do capitão e saiu sem nem ao menos olhar para o rapaz. E o outro oficial, com um sorriso, picou em pedacinhos o papel que tinha nas mãos.


 Zeca07 - 22h21
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Olá, amigos!


Estou em falta com todos. Tenho trabalhado mais do que posso nos últimos dias e ando com o tempo extremamente apertado. Porisso não tenho visitado os blogs amigos com a mesma frequência com que o fazia antes. Mas deixo claro que não me esquecí de ninguém. E aos poucos, pretendo ir pagando minhas dívidas com todos.

Agradeço também a todos os que passaram por aquí, mesmo àqueles que não deixaram seu recado. Sei de vários, por ter recebido e-mails fazendo seus comentários. E existem alguns que, além dos comentários ainda me brindam com seus e-mails, seu carinho especial. Agradeço a todos e quero que saibam que tenho muito carinho por todos vocês.

Existem também alguns novos amigos, que acabaram de chegar, ou que apareceram por indicação de algum outro amigo. Agradeço suas visitas, comentários e até mesmo um ou outro e-mail... todos são muito bem vindos e só podem mesmo trazer muita alegria ao meu coração.

Além de todas as atividades que a maioria de vocês já conhece, ainda arranjei um pouquinho mais... risos... é que aceitei alguns convites para preparar algumas decorações de Natal. Eu gosto de fazer essas coisas! E parece que as pessoas gostam daquilo que eu faço. Então, unamos o útil ao agradável, embora minhas horas estejam se encurtando a cada nova responsabilidade assumida. Estou fazendo esses projetos com uma amiga e até estamos alugando um apartamento aquí no prédio onde moro, para sediarmos a nossa “empresa” de decoração... risos... e a parte de planejamento e de desenho é comigo mesmo. Então, discutimos cada tema sugerido, fazemos vários rascunhos e depois, na prancheta, eu os transformo em desenhos coloridos... que a Patrícia acha lindos... modesto, eu?! Após essa trabalheira inicial, vamos apresentar o “projeto” ao “dono do dinheiro” e convencê-lo a aceitar nossas propostas. Fechado o contrato, vamos à luta. Aí entra o planejamento propriamente dito. Preparo cronogramas, listas de material e de necessidades, mão de obra e tudo mais. Bem, já estamos com dois projetos fechados e alguns em discussão. E já estamos planejando nova viagem a São Paulo para comprar árvores, festões, bolas, fitas, lâmpadas e toda a parafernália que faz a alegria dos olhos nessa época tão especial, que se aproxima tão rapidamente.

Enquanto isso, a viagem da papelada de abertura da Alémdoarcoíris continua sendo enrolada pelos nossos amados burocratas mas, segundo a minha contadora, agora é apenas questão de mais alguns dias. Assim sendo, talvez faça a grande inauguração no dia 23 de outubro. Mas eu vou contando à medida que as coisas forem acontecendo.

E com isso, o tempo passa e eu me enrolo cada vez mais. Mas tudo acabará bem.

Quanto ao Axel, agradeço de coração a todos os que opinaram, seja aquí, seja via e-mail. E levei em consideração todos os palpites, conselhos, comentários, que foram desde a morte do personagem até a total liberdade para que ele cresça e continue se expressando. Optei por um meio termo. Vou deixá-lo em “férias” sem prazo de retorno. Enquanto isso, vou cuidando da minha vida e ele vai se desenvolvendo livremente, porém longe de mim. Um dia, nos reencontraremos e talvez eu o coloque em um blog que seja apenas dele, para que lá ele possa viver livremente. Mas preciso primeiro aprender a guiá-lo, orientá-lo, como faz todo o bom pai. Por enquanto, deixemos sua história suspensa. E obrigado a todos que participaram deste “drama”...

Agora, após a publicação destas linhas, vou juntar a papelada para mais uma reunião de trabalho com a Patrícia, pois já tenho prontos os pré-orçamentos do material que precisamos comprar.

Um grande e carinhoso abraço a todos.

Até mais!


 Zeca07 - 16h42
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Eu não aguento mais essa tortura! Primeiro vieram as fadas, os duendes, os gnomos! Foram invadindo a minha casa, a minha vida, o meu ser! Depois, pouco a pouco, ele foi tentando apropriar-se de minha alma. Foi se instalando dentro de mim, ocupando cada cantinho que encontrasse e me expulsando para um lugar sombrio, que eu nem ao menos rechonheçia. Covardemente fui me enconlhendo, me deixando dominar. Ele, se fortalecendo, criando vida própria, tomando conta de tudo e de todos. Até meus amigos se encantaram com ele! Depois foi a vez de expulsar os seres da natureza, que estavam alí para dar um contrapondo mais leve às agruras que a vida adulta traz consigo. Expulsou-os para locais desconhecidos. Ele mesmo foi se transformando. O doce e meigo garotinho, cresceu e perdeu a suavidade. Ganhou em malignidade disfarçada pelo sorriso farto e os olhos brilhantes. Mas eu o via, do meu canto escuro e úmido. Percebia todos os seus movimentos e todos os disfarces usados para seduzir pessoas. Transformou-se num jovem sedutor, ao qual todos se rendiam, como eu mesmo havia feito.

Enquanto acompanhava o seu desenvolvimento, imaginava formas de lidar com ele. Mas nenhuma das minhas maquinações foi suficiente. Ele as vencia, uma a uma. E foi seguindo seu caminho, anulando-me cada vez mais. Sentia que estava perdendo minha própria identidade. Estava sendo transformado numa horrenda caricatura dele. Pouco a pouco ele acabaria tomando posse do meu corpo. Da minha vida. Da minha alma. Algo precisava ser feito. Reunindo o pouco de forças que ainda me restava, conseguí lançar um sinal de socorro, que uma amiga, mais atenta, percebeu e respondeu, através de sinais, lançando a ponta da corda com a qual eu conseguiria libertar-me do cativeiro, tendo então a sonhada oportunidade de lutar contra ele.

Livrou-se do filho gerado, não o assumindo e entregando sua guarda aos pais da moça. Saiu aliviado e pronto para novas aventuras. Foi para o exército onde, em plena ditadura, cativou a todos, inclusive o amor de Regina, de quem acabou se enamorando, e destruindo. Morou com sua antiga namorada, Arlete, que largou tudo para seguí-lo, até que, cansado, dispensou-a friamente, deixando mais uma presa em sua trilha. Conheceu outras pessoas, teve outras experiências. Mudou seu foco para os rapazes, conquistando-os, e deixando, por onde passava, outras vítimas de seus encantos. Com o passar do tempo, mais encantador e maligno ele se tornava. Crescia e, atrás do sorriso cativante, corações iam se destruindo. Havia se transformado num monstro. Se alimentava do mal que espalhava. E quanto mais vivesse, mais aumentaria seu campo de destruição.

Estava claro que algo precisava ser feito. Ele era um daqueles personagens criados numa bela manhã de inverno, que conseguiam criar vida própria, livres de qualquer controle. Até praticamente deixar o criador anulado, esquecido de sí próprio, pois sua personalidade forte ia se alastrando, inicialmente restrita àquela sala, mas pouco a pouco, tomando conta de tudo e de todos. Ele já andava pelas ruas, fazia novos amigos, angariava outras simpatias. Era preciso fazer algo urgentemente. Foi quando, num ímpeto de coragem, acordei de um sonho ruim e prendí-o numa armadilha. Seu ponto fraco é que, à medida que se tornava mais humano, ia desenvolvendo hábitos comuns, como o de dormir. Peguei-o durante o sono, com um beatífico sorriso nos lábios, mais parecendo um lindo anjo descansando. Prendí-o com grossas correntes, dentro de um cofre forte, do qual apenas eu conheço o segredo. Agora ele está lá, se debatendo para sair.

Eu sei que não posso fraquejar. Ainda o amo, pois é minha maior criação. Mas estou ciente de sua desvirtuação, de seu descontre. Não decidí ainda o que fazer. Talvez o lance em alto mar, sepultando de vez quem hesito em renegar. Talvez crie um espaço fechado, exclusivo, de onde não poderá sair. Precisa ser um local seguro, do qual apenas eu tenha a chave e cuja fechadura se abra apenas pelo lado de fora, para que não consiga fugir e espalhar mais maldades por este mundo já tão saturado de horrores. Minha amiga sugeriu duas possibilidades: a primeira, quase inviável devido aos seus encantos que sempre acabam me enfeitiçando seria terminar logo sua história, colocando o ponto final. A segunda, seria criar um local onde ele pudesse existir, apenas seu e de mais ninguém. Ainda não estou certo, pois o coração de um criador não é imune à sua cria, seja ela anjo ou demônio.

 Zeca07 - 08h28
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